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4 dicas essenciais para o planejamento financeiro de profissionais autônomos

O planejamento financeiro é parte fundamental da vida de qualquer pessoa, mas para quem é profissional autônomo ele é ainda mais importante.

Ter o próprio negócio exige uma melhor organização das finanças. Sem os mesmos benefícios de quem trabalha no regime CLT, os autônomos precisam fazer um bom planejamento financeiro para conseguir sustentar o negócio e cuidar melhor do seu dinheiro.

Como o valor e as datas dos seus ganhos não são fixos, é fácil perder o controle e acabar pagando multas ou até mesmo entrando em dívidas.

Você, autônomo, evite que isso aconteça!

Para evitar que isso aconteça, você deve fazer o constante acompanhamento do seu dinheiro, planejando seus gastos e controlando o fluxo de caixa do negócio.

Esse é um processo muito importante e que nunca para.

Para que você saiba como fazer o planejamento financeiro do seu negócio com eficiência e facilidade, trouxemos 4 dicas que vão fazer a diferença nesse processo.

1. Pare o que estiver fazendo e organize suas contas

Um ponto fundamental para a organização das contas é separar o que é conta da empresa do que é pessoal.

Não é possível ter uma visão clara da situação do seu negócio se você mistura contas da empresa com contas pessoais e isso pode levar a problemas de fluxo de caixa, ou seja, falta de dinheiro para pagar as obrigações e até operacionalizar o negócio.

Estabeleça controles claros. Aliás, existem vários aplicativos, ou até mesmo as planilhas no Excel, que podem ajudar a fazer um acompanhamento das finanças e de outros aspectos do seu negócio.

2. Já pensou em formalizar o seu negócio?

Atualmente, há uma série de instrumentos para apoiar o empreendedor na tarefa de formalizar sua empresa.

Uma ótima condição é o MEI (Microempreendedor Individual). O valor do tributo pago é único, não passando de R$ 60 mensais, mas o empreendedor tem direito aos serviços da previdência.

Além disso, com o MEI é possível a obtenção de licenças, certificações e alvarás, sem contar que poder emitir notas fiscais aumenta sua credibilidade perante o mercado.

3. Todo mundo fala e é verdade: faça uma reserva de dinheiro

Uma das dicas de planejamento financeiro mais importantes é essa: assegure-se de ter uma boa reserva de dinheiro antes de abrir o seu negócio.

Qualquer negócio pode estar sujeito a períodos de baixa, principalmente se o seu estiver sujeito a sazonalidade.

Por outro lado, ter reservas de capital não é só uma condição para encarar adversidades, mas também para aproveitar oportunidades.

É muito melhor ter o dinheiro para investir em uma grande oportunidade do que ter que tomar dinheiro emprestado no banco, que irá lhe custar uma fortuna depois em juros.

4. Por último e não menos importante: pense na sua aposentadoria

Aposentadoria nos dias atuais parece ter se tornado uma miragem, mas não desanime. Mesmo que você pense em continuar trabalhando após a aposentadoria, vale lembrar que se trata de uma renda a mais e uma garantia..

Se possível, vale a pena investir em previdência privada. Neste caso, avalie bem as opções e veja qual se enquadra melhor nas suas finanças.

Mantenha também uma poupança, alimentada mensalmente, que você possa utilizar em casos de emergência e também para garantir mais qualidade de vida na aposentadoria.

O que você achou das dicas? Não esqueça de contar com a Conpay na sua jornada pessoal e empreendedora. Oferecemos as principais funcionalidades de uma conta bancária, de forma simples, para Pessoa Física ou Pessoa Jurídica.

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As melhores dicas para separar as suas finanças pessoais da empresa

A mistura do mundo pessoal com o mundo profissional é algo que dificilmente dá certo em vários setores e um deles,  é o setor financeiro. Finanças de uma empresa e finanças pessoais devem estar muito bem claras e separadas uma das outras.

O motivo é que a mistura do dinheiro pessoal e do dinheiro da empresa é, em grande parte das vezes, responsável pela falência ou sérios problemas financeiros e internos da corporação. Isso, sem dúvidas, reflete em todos os âmbitos.

Por que as duas coisas se misturam?

Lógico que esse fator não é unanimidade em relação às finanças, mas grande maioria dos empreendedores não possui Educação Financeira. Isso não significa que não saibam gerenciar o seu negócio.

No entanto, significa que não possuem maturidade emocional financeira para não mexer no dinheiro corporativo. Outros motivos podem ser a ausência de uma reserva de emergência da empresa e uma reserva pessoal, o que ocasiona na mistura de ambas as finanças.

Contudo, problemas financeiros já existentes anteriormente, podem forçar muitos empreendedores a misturar ambas as finanças. A boa notícia é que, seguindo as nossas dicas, é possível adquirir uma noção muito melhor de como controlar ambos os lados.

1. Tenha uma conta bancária para a empresa

Fica mesmo difícil se controlar vendo tanto dinheiro cair em sua conta. Porém, além de ser algo mais profissional, abrir uma conta bancária corporativa agrega muito mais autocontrole e organização para as finanças.

Isso porque quando as despesas se misturam, é muito difícil para saber se a empresa está dando lucro ou prejuízo. Este é um sinal de extremo perigo e pode ser um aviso de que as coisas precisam ser mais organizadas.

2. Crie planilhas

Sabemos que planilhas são chatas de serem feitas, mas também são necessárias. A boa notícia é que elas podem ser utilizadas por tempo determinado, somente até a conta profissional ser aberta e as finanças começarem a ir para o lugar.

Porém, é muito importante uma planilha onde contenha registros de:

– Reservas de emergência;
– Caixa;
– Lucro;
– Gastos;
– Entre outros.

Além disso, é válido frisar que a planilha não pode ser a mesma para finanças pessoais e profissionais. Se for criá-la, é melhor separar as duas.

3. Se pague

Um dos maiores motivos de fazer com que o empreendedor misture a vida financeira pessoal e a profissional, é não se pagar. Mesmo que você seja o proprietário do seu negócio, você deve e merece receber um salário.

Se o seu negócio é novo e seu salário é de R$ 100, então, que seja de R$ 100. É importante que você saiba pagar todo o esforço que fez para manter a empresa.

Decisões de grande importância

Existem várias formas de separar e de controlar as finanças pessoais e profissionais. Buscando por um sistema adequado e investindo no conhecimento financeiro, é possível evitar cometer deslizes e ainda garantir uma ótima rentabilidade, para si e para a empresa.

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7 estratégias para você organizar suas finanças pessoais

Organizar suas finanças pessoais é uma ação necessária e essencial para ter uma vida equilibrada e próspera. Saber gerenciar seu dinheiro de forma correta auxilia na tomada de decisões profissionais e pessoais e traz mais segurança para o futuro.

Mas sabemos que infelizmente esse planejamento não faz parte do dia a dia de grande parte da população brasileira. O descontrole financeiro leva a dívidas, pagamento de juros cada vez maiores e dificuldade para realizar planos em longo prazo.

Para te ajudar a reverter essa situação, listamos sete estratégias simples para que você coloque em prática e organize suas finanças.

1. Saiba quais são seus gastos mensais

Para começar a organizar sua vida financeira, você deve primeiro saber quais são suas receitas e despesas e anotar todos os seus gastos fixos e variáveis. Aplicativos de celular, planilhas ou até mesmo um caderno podem ser utilizados para registrar todo o dinheiro que entra na sua conta e todos os seus gastos ao longo do mês.

Nesse registro você deve colocar todas as suas despesas, como: contas básicas, alimentação, transporte, gastos com saúde, parcelas e faturas a pagar, mensalidades e custos com lazer. Se a diferença entre o que entra e o que sai for negativa, é sinal que suas finanças estão em desequilíbrio e é necessário fazer cortes e ajustes.

2. Crie um orçamento

Após fazer o diagnóstico inicial e saber quais são seus gastos mensais, é hora de fazer um orçamento que vai nortear seus gastos futuros. É necessário fazer uma análise de quais são os gastos fixos, que possuem sempre o mesmo valor, como financiamentos, aluguel, condomínio, assinaturas e mensalidades, e quais são os gastos variáveis, como contas de energia, água e gastos pessoais, que mudam conforme o consumo do mês.

Após a análise, é hora de criar um orçamento, estipulando quanto de sua receita será destinado para cada gasto. É possível destinar, por exemplo, 50% de seu salário para necessidades básicas, como aluguel, utilidades, alimentação e transporte, que não deverão ultrapassar essa meta. Você também pode estipular metas de redução de custos nos gastos variáveis, como contas de energia e água.

Uma dica para fazer um bom orçamento doméstico é seguir a regra “50, 30, 20”, que consiste em dividir suas despesas em três categoriais: 50% para necessidades fixas e essenciais; 30% para gastos variáveis que correspondam ao seu estilo de vida e 20% para prioridades financeiras, como investimentos e reserva de emergência. A dica de ouro da organização financeira é sempre gastar menos do que ganha.

3. Evite dívidas — pague à vista!

Coloque no papel todas as suas dívidas e programe datas para pagá-las, se necessário, renegociando prazos e juros. Evite a utilização do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito e opte por pagamentos à vista sempre que possível.

Para aquisições que não se incluam em necessidades básicas, mas sim em desejos e vontades, avalie racionalmente se essa compra faz sentido para seu momento atual, e priorize poupar o dinheiro e realizar o pagamento à vista.

4. Faça uma reserva de emergência

Uma das dicas mais importantes para manter a saúde das finanças pessoais e manter uma reserva de emergência. Guarde mensalmente uma porcentagem do seu salário, que pode ser 10% de sua receita, para ser usada em gastos inesperados, como conserto de carro ou problemas de saúde.

O ideal é investir esse dinheiro em uma aplicação de maior liquidez, que permita que o dinheiro seja sacado facilmente e que ainda assim garanta um rendimento mensal, como é o caso do Tesouro Direto.

5. Corte gastos desnecessários

Como falamos anteriormente, ao fazer seu orçamento doméstico e analisar criteriosamente onde você gasta seu dinheiro, é possível identificar onde estão os gastos desnecessários e reduzi-los para não prejudicar suas finanças.

Se seus gastos com lazer e entretenimento estão acima do seu teto destinado para esse fim, reduza-os optando por atividades mais baratas ou gratuitas. Evite também as compras por impulso, avaliando se esse item é mesmo necessário antes de comprar.

Avalie cuidadosamente taxas e mensalidades cobradas por bancos e busque alternativas com custo reduzido para seus serviços.

6. Aposte na educação financeira

Busque aprender mais sobre finanças pessoais no seu tempo livre. Descobrir novas maneiras de lidar com seu dinheiro e de como investi-lo permitem que seu planejamento mensal tenha resultados cada vez melhores.

Saber como funcionam as taxas de juros e a inflação também te auxiliam a fazer escolhas mais assertivas na hora de comprar ou financiar bens, além de ajudá-lo a fazer seu patrimônio crescer.

7. Invista todos os meses o que você poupar

Depois de criar sua reserva financeira em investimentos como o Tesouro Direto, é importante buscar alternativas para poupar e ganhar ainda mais dinheiro. Escolha entre opções como a CDB, LCI, LCA e ações de acordo com seu perfil investidor e com a verba disponível. Defina também quais são seus objetivos para cada investimento e qual o prazo para atingir cada um deles.

Com essas estratégias, você está pronto para organizar suas finanças, utilizar seu dinheiro com eficiência e ainda atingir seus objetivos através da economia e dos investimentos. Acesse nosso site e veja como a Conpay pode te ajudar a ter as finanças pessoais sempre organizadas.

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Como poupar dinheiro mesmo recebendo pouco?

É claro que todo mundo reconhece a importância de poupar dinheiro. Mas como economizar algum valor quando se ganha pouco?

Hoje a Conpay separou algumas dicas para economizar dinheiro, mesmo ganhando pouco! Confira:

Liste suas entradas e saídas financeiras

Não tem jeito: o primeiro passo para começar a economizar dinheiro é colocar todos os seus ganhos e gastos na ponta do lápis.

Pode ser uma tabela ou uma lista simples, não importa. Comece os registros da forma que for mais simples e intuitiva para você.

Para que essa etapa funcione, é indispensável ser realista. Se você ganha um valor líquido x, por exemplo, não adianta contar com a sorte e projetar circunstâncias em que você pode receber mais do que isso (como um possível bônus, promoção, freela ou comissão, para citar alguns exemplos).

Também é importante contar com algumas margens de erro em suas despesas fixas. Se sua conta de luz sempre oscila entre 100 e 120 reais, por exemplo, vale jogar o valor um pouco mais para cima – 150, por exemplo. Assim você tem uma boa dianteira em caso de imprevistos.

Não se esqueça de inserir, também, contas sazonais – como material escolar, IPVA e IPTU.

Identifique os gastos indispensáveis

Existem algumas despesas fixas – como aluguel e medicamentos para condições crônicas, por exemplo – que não podem ser remanejadas. Não conte que poderá abater algum percentual desses gastos.

Também é fundamental identificar as contas que são essenciais, mesmo sem parecer. É o caso do lazer, por exemplo. Todo mundo precisa arejar a cabeça. Não adianta colocar no papel que você nunca mais irá ao cinema ou ao estádio de futebol se você já tem esses hábitos.

O que você pode fazer, é claro, é ajustar a frequência dessas atividades e buscar sempre pelas opções mais baratas (como preferir frequentar uma rede de cinemas que ofereça desconto para o seu banco, ou escolher o setor mais em conta naquela final de campeonato que você quer muito ver, por exemplo).

Ser realista é a chave para evitar frustrações!

Trace metas

A partir do momento em que você tiver noção e controle das suas finanças, sabendo exatamente quanto ganha e quanto gasta, é possível traçar metas para reduzir alguns valores que podem ser abatidos ou remanejados.

Os grandes vilões do orçamento do brasileiro – especialmente das pessoas mais jovens e/ou que vivem sozinhas – são aquelas despesas que parecem pequenas quando analisadas isoladamente, mas que, no contexto geral das contas mensais, acabam se revelando uma bola de neve.

Vinte reais em um lanche, por exemplo, pode parecer pouco. Mas, se você pede aquele seu sanduíche preferido duas ou três vezes por semana, terá gastado um valor considerável numa despesa supérflua no fim do mês.

A mesma dinâmica se aplica aos gastos “pinga-gotas”, aqueles que parecem minúsculos, mas se acumulam até transbordar, como:

  • O hábito de pedir carros por aplicativos de motoristas particulares;
  • Baladas e bares;
  • Almoçar fora.

Assim que você identificar onde está gastando mais do que deveria, fica mais fácil fazer adaptações e reduzir a frequência desses pequenos luxos economizando sem perder a qualidade de vida.
Para substituir os exemplos acima, você pode, por exemplo:

  • Criar um esquema de carona solidária com colegas que morem perto de você;
  • Marcar atividades sociais e de lazer nas casas dos seus amigos, comprando comidas e bebidas no mercado, onde costumam ser mais baratas;
  • Virar adepto ou adepta da cultura de levar a própria marmita de casa.

Saiba quanto você pode poupar

É claro que todo mundo gostaria de ter como poupar um valor substancial todos os meses. Mas, ganhando pouco, isso nem sempre é possível.

Estabeleça um percentual realista, de acordo com seu estilo de vida e suas necessidades. Só pode poupar 10% por mês? 20%? Não importa. O fundamental é economizar e guardar algum dinheiro para construir sua reserva.

Nessa dinâmica, é preciso um pouco mais de paciência, mas o resultado final vai valer a pena!

A Conpay está à disposição para te ajudar a poupar dinheiro. Quer saber como? Navegue pelo nosso site, conheça nossos produtos e descubra!