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Empreendedorismo

4 dicas para reduzir a inadimplência na sua empresa

Inadimplência é um dos maiores riscos que uma empresa corre. Ninguém trabalha esperando que o cliente deixe de cumprir as suas obrigações, mas é essencial estar pronto para esse cenário.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), quase 70% das famílias brasileiras estão endividadas. Isso é preocupante para negócios que lutam para receber esses valores em atraso.

Dado esse cenário, elaboramos um guia, com 4 dicas para reduzir a inadimplência na sua empresa e garantir a saúde financeira do negócio, mesmo em momentos de turbulência econômica. Confira:

1- Incentive o pagamento à vista

Todos sabemos o que são os juros. Eles são a garantia de que você irá receber o valor do produto. Quanto maior o prazo, maior a taxa aplicada. O inverso também é verdade. Quando compramos à vista, ganhamos desconto.

Esse é um grande incentivo para o seu cliente que gosta de parcelar as compras. Quando ele paga em uma só vez, você tem a certeza de que recebeu o pagamento integral e não vai precisar se preocupar com inadimplência no futuro.

Quanto mais pessoas pagarem à vista, menor é a taxa de dívidas futuras a serem cobradas.

2- Tome cuidado com os vencimentos

Quem decide o melhor momento de pagar uma dívida é o cliente, e sempre será assim. No entanto, o lojista deve analisar o seu negócio, o ramo que atua e compreender qual é o melhor momento para cobrar esse consumidor.

Quando recebemos o salário, a primeira tendência é pagar as dívidas, então, o ideal é estabelecer o pagamento do seu carnê em um dia próximo ao 5º dia útil do mês, pois costuma ser nessa data que os rendimentos caem em conta.

Por outro lado, se o vencimento for no dia primeiro de cada mês, a chance de o seu cliente ter gastado toda a renda aumenta, não conseguindo te pagar. Nesse caso, uma solução é criar uma margem de carência após o vencimento, ou seja, alguns dias a mais, sem cobrança de juros.

3- Ofereça mais de uma forma de pagamento

Diversificar é a palavra-chave no mundo dos negócios, mesmo quando falamos em receber pagamentos.

À vista, é uma entrada certa. Com cartão de crédito, você parcela e o risco de inadimplência é do banco, mas nem todo mundo tem acesso a um bom limite. No crediário próprio, o risco é todo seu, mas é uma maneira mais simples de permitir que um público maior faça as suas compras.

Não há uma só forma testada e comprovada como a mais eficiente. Cada uma possui vantagens e desvantagens. Quanto mais o seu cliente puder escolher, melhor você irá atendê-lo, tomando todos os cuidados e analisando caso a caso.

4- Conte com um sistema integrado de pagamentos

São inúmeros os detalhes que você deve prestar atenção para evitar a inadimplência na sua empresa. É preciso muito foco e olhar treinado para orientar o seu consumidor e orientá-lo no momento de escolher a melhor opção de pagamento.

Por meio de um sistema integrado de pagamentos, é possível unificar todas essas informações e acompanhar em tempo real como os clientes se comportam e como cada forma de receber está gerando resultados.

A Conpay é uma empresa totalmente digital que pode gerenciar as formas de pagamento para você. Emitimos boletos, link de pagamento e temos maquininhas próprias para cartão de crédito.

Entre em contato para tirar todas as suas dúvidas e compreender exatamente como a tecnologia pode ajudar a reduzir a inadimplência na sua empresa. Estamos aguardando seu contato!

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Conta Digital

Como reduzir custos com tarifas bancárias?

Atualmente, mesmo com o crescimento dos bancos digitais, muitos consumidores ainda preferem manter suas contas em bancos tradicionais. Entretanto, ter conta aberta neste tipo de instituição é garantia de tarifa bancária.

Processos como saques de dinheiro, transferências e visualização de extrato bancário são alguns dos serviços cobrados pelo banco. Porém, o que muitos consumidores não sabem é que diversas tarifas, geralmente cobradas, não precisam ser pagas.

Lista de tarifas que não precisam ser pagas pelo cliente

Dentre todos os serviços cobrados pelo banco, existem quatro que não necessitam de pagamento. Entenda mais sobre cada uma delas:

1. Tarifa sobre TED: o TED é a Transferência Eletrônica Disponível, ou seja, é um processo que envia valores para outras contas de forma mais eficiente. Para operações realizadas até às 16h, o banco é capaz de transferir o valor em alguns minutos para outra conta;
2. Tarifa sobre saque: cobrada somente quando o consumidor ultrapassa o limite de saques permitidos no mês;
3. Tarifa sobre extrato: assim como a tarifa sobre o saque, o serviço é cobrado somente quando o consumidor ultrapassa o limite de impressão de extratos permitidos no mês;
4. Tarifa sobre DOC: o DOC é o Documento de Crédito, e configura-se como uma operação simplificada de transferência de valores entre contas. O limite para a realização de um DOC é de R$ 4.999,00.

Todas as tarifas listadas integram a rotina de consumidores e clientes dos bancos e, geralmente, as instituições costumam cobrar pelo serviço unificado ou por um pacote que contemple todas as operações, com determinados limites por mês.

4 dicas para reduzir o gasto com as tarifas geradas pelo banco

Verifique agora as principais dicas para gastar menos ou nada com algumas tarifas bancárias indispensáveis:

1. Negociação

Caso os procedimentos sejam extremamente necessários para sua rotina, é válido conversar com o gerente e relatar sua insatisfação com o oferecido.

Como em qualquer instituição financeira, o interesse será de mantê-lo como cliente com sua conta ativa. Por isso, é esperado que o gerente faça o possível para que o consumidor não mude de banco.

2. Online

Experimente solicitar serviços online, para diminuir o número de faturas impressas e outros papéis que podem acarretar gastos e cobranças à toa. Além de sustentável, a prática é cada vez mais comum para serviços bancários de qualquer tipo.

3. Redução

Reduzir o número de vezes que realiza saques também pode ser uma estratégia, pois o banco permite que apenas alguns sejam efetuados por mês. Planeje uma quantia de dinheiro que sirva para o tempo que necessita, e evite cobranças desnecessárias.

4. Digital

Como dito anteriormente, a iniciativa digital para instituições financeiras é um dos setores que mais cresce atualmente. A criação de uma conta corrente digital isenta o consumidor de diversas tarifas, muitas que sequer são utilizadas por ele.

Entretanto, o banco geralmente efetua cobranças de qualquer procedimento que exija o serviço de um gerente, caixa ou atendente da instituição. Por isso, é essencial estar bem informado para escolher a opção que melhor se encaixa na situação do consumidor.

Acesse o site agora e veja como a Conpay pode auxiliar sobre o tema!

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Empreendedorismo

5 dicas para otimizar a gestão de fluxo de caixa do seu negócio

Gestão do fluxo de caixa é um dos pilares do sucesso de uma empresa, independente do segmento. Controlando de forma organizada as entradas e saídas, o empreendedor consegue manter a saúde financeira do seu negócio.

Separamos a seguir, algumas dicas para aprimorar esse processo de gerenciamento que você pode adotar agora mesmo. Confira:

Determine uma periodicidade adequada

Em primeiro lugar, é preciso estabelecer com qual frequência você vai controlar o seu fluxo de caixa. Pode ser:

– Todos os dias;
– Uma vez por semana;
– Uma vez a cada quinze dias;
– Mensalmente.

A resposta correta é aquela que condiz com o seu negócio.

Por exemplo, costumam ser bastante dinâmicas, com dinheiro entrando e saindo diariamente:

– Empresas do setor varejista;
– Restaurantes;
– Estabelecimentos de prestação de serviços.

Portanto, a gestão deve acompanhar essa agilidade.

Detalhe importante: evite definir períodos muito longos, porque isso vai dificultar a organização. Especialmente se você ainda não tem o hábito de controlar o seu fluxo de caixa e estiver começando agora.

Separe despesas e receitas fixas

Seu negócio provavelmente tem despesas e receitas fixas ou aquelas que variam constantemente. Use isso como critério de separação. Ao visualizar suas despesas fixas, você já sabe antecipadamente parte dos gastos que o seu negócio tem ao longo do mês e consegue destinar a porcentagem da receita necessária para que essas contas não fiquem em aberto.

Inclusive, se possível, já deixe pagamentos futuros programados, como:

– Aluguel;
– Taxa de condomínio;
– Internet;
– E outras despesas que têm sempre o mesmo valor e data de vencimento.

Registre valores em abertos para receber

Caso a sua empresa trabalhe com parcelamento ou ofereça prazo para que os clientes efetuem o pagamento, tenha tudo isso registrado.

Saiba quem está com o pagamento pendente, tenha o contato dessa pessoa e o valor em aberto. Isso vai ajudar a efetuar as cobranças de forma organizada, evitando que a empresa fique no prejuízo.

Inclusive, ofereça diferentes formas de pagamento para os seus clientes, como cartão de crédito na maquininha e boleto bancário, por exemplo. Esse é um fator que facilita a própria cobrança, porque você disponibiliza para o consumidor diferentes opções e ele pode escolher a que for melhor para o seu próprio controle financeiro.

Facilite a compreensão visualmente

Você pode adotar um software de gestão de fluxo de caixa ou criar uma tabela em algum programa de computador que já utilize. O importante é criar atalhos visuais, como por exemplo:

– Uma cor para a receita e outras para as despesas;
– Etiquetas que classifiquem a categoria das entradas e saídas.

Parece algo simples, mas vai facilitar a leitura desse relatório. Adotando essas estratégias, ao olhar para o fluxo de caixa, será possível começar a compreender instantaneamente como as movimentações estão acontecendo.

Gerencie o estoque

Saber exatamente o que você tem estoque ajuda a entender quanto de capital a empresa tem bloqueado e projetar as próximas compras, que vão impactar diretamente no fluxo de caixa.

É importante entender que a gestão do fluxo de caixa vai além de montar uma tabela: é preciso entender como todas as áreas do negócio impactam nas suas entradas e saídas.

Será um prazer ajudar a manter a saúde financeira da sua empresa. Acesse o nosso site e conheça nossas soluções.

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Finanças Pessoais

As melhores dicas para separar as suas finanças pessoais da empresa

A mistura do mundo pessoal com o mundo profissional é algo que dificilmente dá certo em vários setores e um deles,  é o setor financeiro. Finanças de uma empresa e finanças pessoais devem estar muito bem claras e separadas uma das outras.

O motivo é que a mistura do dinheiro pessoal e do dinheiro da empresa é, em grande parte das vezes, responsável pela falência ou sérios problemas financeiros e internos da corporação. Isso, sem dúvidas, reflete em todos os âmbitos.

Por que as duas coisas se misturam?

Lógico que esse fator não é unanimidade em relação às finanças, mas grande maioria dos empreendedores não possui Educação Financeira. Isso não significa que não saibam gerenciar o seu negócio.

No entanto, significa que não possuem maturidade emocional financeira para não mexer no dinheiro corporativo. Outros motivos podem ser a ausência de uma reserva de emergência da empresa e uma reserva pessoal, o que ocasiona na mistura de ambas as finanças.

Contudo, problemas financeiros já existentes anteriormente, podem forçar muitos empreendedores a misturar ambas as finanças. A boa notícia é que, seguindo as nossas dicas, é possível adquirir uma noção muito melhor de como controlar ambos os lados.

1. Tenha uma conta bancária para a empresa

Fica mesmo difícil se controlar vendo tanto dinheiro cair em sua conta. Porém, além de ser algo mais profissional, abrir uma conta bancária corporativa agrega muito mais autocontrole e organização para as finanças.

Isso porque quando as despesas se misturam, é muito difícil para saber se a empresa está dando lucro ou prejuízo. Este é um sinal de extremo perigo e pode ser um aviso de que as coisas precisam ser mais organizadas.

2. Crie planilhas

Sabemos que planilhas são chatas de serem feitas, mas também são necessárias. A boa notícia é que elas podem ser utilizadas por tempo determinado, somente até a conta profissional ser aberta e as finanças começarem a ir para o lugar.

Porém, é muito importante uma planilha onde contenha registros de:

– Reservas de emergência;
– Caixa;
– Lucro;
– Gastos;
– Entre outros.

Além disso, é válido frisar que a planilha não pode ser a mesma para finanças pessoais e profissionais. Se for criá-la, é melhor separar as duas.

3. Se pague

Um dos maiores motivos de fazer com que o empreendedor misture a vida financeira pessoal e a profissional, é não se pagar. Mesmo que você seja o proprietário do seu negócio, você deve e merece receber um salário.

Se o seu negócio é novo e seu salário é de R$ 100, então, que seja de R$ 100. É importante que você saiba pagar todo o esforço que fez para manter a empresa.

Decisões de grande importância

Existem várias formas de separar e de controlar as finanças pessoais e profissionais. Buscando por um sistema adequado e investindo no conhecimento financeiro, é possível evitar cometer deslizes e ainda garantir uma ótima rentabilidade, para si e para a empresa.

Acesse a Conpay e tenha acesso às soluções mais inovadoras do mercado.